Em ano de eleição, mais uma vez o discurso político, cheio de eloqüência e retórica fascinante, proferido por políticos ávidos pelo poder, mas sem comprometimento com seus eleitores, continuam com suas falsas promessas de campanhas e as sórdidas jogadas eleitoreiras.
A falta de educação em nosso país é o principal incentivo para esses políticos, alimentando-lhes a sanha corrupta, e cada vez mais eles vão se tornando peritos em desempenhar o papel de salvadores da pátria, visando conquistar o voto do povo com promessas, que estão longe de cumprir.
Esse olhar de mercadoria sobre o voto, prevalece em todas as regiões do Brasil, em menor ou maior quantidade. Em plena democracia, vamos observar que esse coronelismo, da época da República, ainda atua em vários setores de nossa sociedade. Mudou apenas o nome, mas, as seqüelas são tão ou mais nocivas que as de antigamente, sempre com a opressão de pessoas e, até, de comunidades inteiras. Famílias que se vêem nas mãos de verdadeiras gangues criminosas, sem nenhuma proteção governamental em prol de suas cidadanias e, ou, direitos humanos, a mercê de policiais corruptos, formados pelas milícias.
Enquanto isso, nossos políticos continuam desenvolvendo com perícia a arte de discursar. Elaboram seus discursos com promessas visando comover e seduzir seus ouvintes por meio de palavras de persuasão, argumentando de forma convincente sobre as inúmeras mazelas que afetam a vida das pessoas, com o único interesse do voto.
Até quando vamos conviver com essa situação é a pergunta que não quer calar. Mais uma avalanche de discursos e estratégias políticas já estão se formando em nosso cenário político. Já foi dada a partida, as cartas estão na mesa e vencerá aquele que souber manipula-las com maior e, ou melhor maestria, mas, infelizmente, a ética, a moral, o respeito e a fidelidade não fazem parte desse jogo.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
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